Domingo, 9 de Maio de 2004

Eeva-Liisa Manner

Profundo e Límpido



O céu é tão límpido, que tudo se funde em luz.
O dia, tão quente, como se acabasse de ser criado.

E, no entanto, a água nunca deixou de murmurar,
O vento, de pentear as ervas, o riacho, de polir as pedras.

A roda abstracta da cavalinha é velha,
Velha... A percepção é jovem, acabada de nascer.

O céu é tão límpido, que um pássaro transparece,
A água tão profunda... E o resto é acaso.






Eeva-Liisa Manner
tradução de Manuel Resende
publicado por CONSTALVES às 22:23
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