Terça-feira, 16 de Março de 2004

Goethe

Quietude no oceano

(Das Gedichte - Erst Band)

Um silêncio desceu, profundo, sobre as águas,
E sem arfar sequer repousa o velho mar;
Entanto o pescador, a ruminar as mágoas,
Volve lasso, em redor, os olhos devagar.
Não há nenhum rumor por mais subtil e brando,
Não há no mar ou no ar vagas nem viração...
— Só existe o silêncio imenso amotalhando
A impassível aquosa e límpida amplião.





Goethe
(Tradução de Ary Mesquita)
)
publicado por CONSTALVES às 23:50
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1 comentário:
De Charles a 21 de Abril de 2005 às 14:11
Aqui da cidade do Salvador, Bahia, Brasil, acessei seu site que considerei de muito bom gosto. Tenho um blog e o convido a visitá-lo:
http://www.charlesfonseca.weblloger.terra.com.br/
Abraços,
Charles Fonseca.

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